Um Lugar ao Sol
O documentário, Um Lugar ao Sol, é uma produção independente, lançada em 2009 e desenvolvida pelo cineasta Gabriel Mascaro. A obra consiste numa série de entrevistas com pessoas influentes e moradores de coberturas nas cidades de Recife, São Paulo e Rio de Janeiro.
No decorrer das entrevistas o sangue de qualquer pessoa com um pouco de empatia começa a ferver, afinal os entrevistados agem com uma total falta de consideração por aqueles que não se encontram na mesma posição privilegiada que eles.
Ouvimos absurdos como comparações de tiroteios com fogos de artifícios e que, mesmo "gostando" muito da presença dos empregados é ótimo que eles fiquem afastados do local onde a "nobreza" contemporânea ocupa em suas casas.
Alguns pequenos exemplos como os que já foram ditos, já são suficientes para perceber que essas pessoas definitivamente não levam consigo o conceito de empatia, mas se formos ainda mais a fundo veremos coisa ainda pior.
A mesma mulher que considerava os tiros como fogos de artifício, dizia, com um sorriso no rosto sobre um assassinato que havia ocorrido na esquina de seu prédio, sem expressar qualquer comoção, afinal a mesma estava muito bem protegida na sua cobertura e não tinha tempo para se preocupar com o que acontecia por baixo de seus pés.
Se for continuar dizendo todas as frases que me deixaram revoltados ao assistir esse documentário, vou prolongar esse texto bastante, mas acho que esse exemplos já são suficientes para comprovar meu ponto de vista.
A grande preocupação que fica ao fim da experiência é que são essas as pessoas mais influentes do Brasil, são essas as pessoas às quais os políticos tentarão agradar para conseguir sua candidatura, logo são essas as pessoas que controlam o país, pessoas sem nem um pouco de compaixão pelo próximo. São essas as pessoas que governam o país e continuarão governando até que algo capaz de inverter essa realidade seja feita à respeito.
No decorrer das entrevistas o sangue de qualquer pessoa com um pouco de empatia começa a ferver, afinal os entrevistados agem com uma total falta de consideração por aqueles que não se encontram na mesma posição privilegiada que eles.
Ouvimos absurdos como comparações de tiroteios com fogos de artifícios e que, mesmo "gostando" muito da presença dos empregados é ótimo que eles fiquem afastados do local onde a "nobreza" contemporânea ocupa em suas casas.
Alguns pequenos exemplos como os que já foram ditos, já são suficientes para perceber que essas pessoas definitivamente não levam consigo o conceito de empatia, mas se formos ainda mais a fundo veremos coisa ainda pior.
A mesma mulher que considerava os tiros como fogos de artifício, dizia, com um sorriso no rosto sobre um assassinato que havia ocorrido na esquina de seu prédio, sem expressar qualquer comoção, afinal a mesma estava muito bem protegida na sua cobertura e não tinha tempo para se preocupar com o que acontecia por baixo de seus pés.
Se for continuar dizendo todas as frases que me deixaram revoltados ao assistir esse documentário, vou prolongar esse texto bastante, mas acho que esse exemplos já são suficientes para comprovar meu ponto de vista.
A grande preocupação que fica ao fim da experiência é que são essas as pessoas mais influentes do Brasil, são essas as pessoas às quais os políticos tentarão agradar para conseguir sua candidatura, logo são essas as pessoas que controlam o país, pessoas sem nem um pouco de compaixão pelo próximo. São essas as pessoas que governam o país e continuarão governando até que algo capaz de inverter essa realidade seja feita à respeito.
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