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Mostrando postagens de julho, 2017

Babel - crítica

A exposição presente no Palácio das Artes é forte, pesada, de revirar o estômago e a mente e é extremamente necessária. Casando críticas fortes ao consumo da carne, do pudor em cima da nudez e das relações sexuais e à igreja católica, Miguel Gontijo traz uma única é impressionante. O uso do estilo Pop-art, traz ainda mais força às críticas do artista, pelo fato de ser um estilo, considerado por muitos, pobre e "feio". Na galeria, além das clássicas pinturas, retratos e desenhos expostos nas paredes, também podemos encontrar esculturas e espaços inteiros construídos como uma obra, coisa que vemos com clareza na última obra que faz uma reconstrução de uma cena bíblica. Na exposição há livros expostos, em que podemos ver algumas pinturas. Dou um destaque especial aqui para a Versão da Bíblia apresentada pelo artista. Essa é uma das obras mais significativas do espaço, entretanto é colocada em uma posição que a deixa de lado, ocupando um espaço que não combina com sua grandi...

Norma (Opera de Bellini) -crítica

A clássica Ópera de Vicenzo Bellini, Norma , chega ao grande teatro do Palácio das Artes em uma montagem inusitada e bastante ousada. Passada num futuro distopico, em que a guerra trazida pelo império romano ainda não chegou ao fim, a história se concentra na figura de Norma, uma sacerdotisa líder do grupo que se opunha ao domínio dos romanos, mas que ao mesmo tempo, é apaixonada pelo soldado romano Pollione. A história é um drama romântico bem construído, mas com uma história já bastante comum, mas levando-se em consideração que esta é apenas uma adaptação do clássico, não julgo esse como um grande problema. O maior problema dessa montagem é a forma como ela trabalha seus personagens, deixando, muitas vezes, de lado personagens relevantes na história e, nem mesmo, apresentando-os. A construção do cenário foi impecável, buscando trazer todos os aspectos de uma obra futurista "à lá Mad Max". O figurino e a maquiagem também muito bem feitas, é outro ponto forte que identific...

Vídeo da Intervenção

https://youtu.be/KgpdtFe4JYs

Performance

https://www.youtube.com/watch?v=J29VrVL_HHk

Rede de implicações

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Proposta da intervenção

Analisando as características do local escolhido, o grupo optou por tentar construir uma atmosfera íntima no espaço, trabalhando com jogos de luz e sombra. A ideia da intimidade foi tomada por conta da forma como a escada e o paredão criam um ambiente reservado mesmo sendo um espaço público aberto. Para construir a ideia de intimidade no local, buscamos remontar uma atmosfera íntima para todas as pessoas, independente das características únicas de cada uma delas. Para tal, nós procuramos trabalhar com a ideia de sonhos, afinal eles são momentos em que a pessoa estabelece uma intimidade consigo mesma e acontece com todos. Sendo assim, a ideia de criar um ambiente onirico foi o que norteou a intervenção. Um outro aspecto que buscamos trabalhar, foi o fato de aquele não ser um espaço comum para a passagem, logo queríamos chamar atenção das pessoas para aquele local, apresentando os conceitos que já citamos antes.

Azul Profundo - crítica

O drama grego lançado em 2012 esteve presente na mostra de cinema do SESC Palladium e levou um número considerável de pessoas ao local, ainda mais considerando-se que os filmes que não estão dentro do circuito cinematográfico estadunidenses não costumam receber o devido reconhecimento e como tal não movem grandes números de pessoas para as salas. O filme em questão, Azul Profundo , apresenta uma história de romance que vai se tornando cada vez mais dramática à medida que a história vai se descortinando. O longa é muito bonito no que se refere à fotografia, trazendo uma câmera lenta e calma. Esses aspectos trazidos pela câmera também são colocados em foco nas atuações e no uso de cores escolhidas tanto nos elementos da cena quanto nas escolhas de efeito na fotografia do filme que faz um uso frequente de Azul, a Amarelo e preto ao final. A trama do filme é o ponto mais baixo do mesmo. A história não tem a carga emotiva que se intencionava e perde muito nesse quesito. Sendo que o enre...

Moonlight: Sob a Luz do Luar - Crítica

Trabalhando com temas fortes e de extrema importância Moonlight consegue ser um dos filmes mais belos dia últimos anos. Tanto em questões de estética quanto em sua história muito bem construída. Esteticamente o filme faz uso de elementos incomuns na sua filmagem e fazendo uma jogada bem arriscada nesse sentido. Entretanto, o filme consegue trabalhar bem com essa proposta e toma ela como um trunfo na construção de cenas. Usando o fundo quase sempre desfocado e uma câmera sempre realizando movimentações sutis, a obra faz com que o espectador se conecte com ela e sinta o que ela deseja induzir com uma intensidade maior que o esperado. A sutileza demonstrada na fotografia é também apresentada na trama, sendo que a história foge do típico romance que busca se autoafirmar o tempo inteiro. Moonlight conta a história de um garoto afrodescendente, homossexual e filho de uma mulher viciada. Percebe-se pela inclusão de três temas fortes, a possibilidade de ocorrer erros no filme é gigantesca, e...

Crítica ao objeto final

O objeto final, a que dei o nome de Creidhne, devido a sua semelhança a uma peça de metal, possui diversos problemas. O principal problema é a integração. Sua interface não é virtual e não possibilita a interação entre muitas pessoas. O efeito que o mesmo oferece deixa de ser convidativo rapidamente, sendo que o próprio objeto, por sua aparência, cria um afastamento das pessoas para com ele, não induzindo o uso.

Objeto Interativo (objeto final)

Como objeto definitivo, eu mantive uma ideia próxima a que havia desenvolvido anteriormente, entretanto algumas alterações foram feitas. A primeira delas se deve ao formato do objeto. Como base mantive uma ideia de caixa aberta, construída por duas folhas de papel Paraná em que todo o circuito ficava dentro dela. Em torno dessa caixa/base, coloquei detalhes de arame trançado. Esses mesmos arames foram usados no resto do objeto para contribuir com o uso do objeto. A ideia desse também foi trabalhar com o jogo de luz, sombra e cores.

Objeto interativo (4 etapa)

Na continuação do processo de desenvolvimento do objeto Interativo, eu busquei manter a ideia de que o movimento de uma pessoa alterasse o jogo de luz e sombra, mas dessa vez, por dificuldade de trabalhar com o sistema em um ambiente muito grande, limitei o espaço criando uma caixa aberta dos lados, na qual o indivíduo trabalharia com o jogo de luz e sombra dentro de um espaço estabelecido. Para tentar aumentar a interatividade, haveriam várias "caixas" como essas de forma que elas poderiam se encaixar e aumentar a interação entre as pessoas com o objeto.

Objeto Interativo (3 etapa)

Mais uma vez, o objeto sofreu reformulações com base nas críticas e nos estudos sobre interatividade. Como terceira proposta, busquei desenvolver algo que não tivesse uma forma definida e continuasse trabalhando com uso de cores como usei nos objetos anteriores. A ideia, dessa vez, era criar uma esfera que reais a passagem lançando uma luz colorida em quem estivesse perto e que às partir do movimento que o usuário fizesse essa luz se alterasse nele, ou em quem passasse. Para a mudança de configuração no feixe de luz, pensei em trabalhar da mesma maneira que fiz no objeto anterior, com uma faixa de giro independente ao redor da esfera com cortes diferentes para trabalhar a passagem da luz.

Objeto Interativo (2 etapa)

Após as críticas e discussões sobre o objeto interativo, o mesmo passou por reformulações como uma tentativa de ampliar as possibilidades de uso.  A ideia então foi desenvolver um objeto mais aberto em relação à interatividade. Nesse momento a ideia foi desenvolver uma máquina que funcionasse manualmente e tinha como função, aplicar pigmentos no espaço de maneira aleatória. Ele funcionaria quando o usuário pressionada e um botão que faria o borrifador ser alterado e lançar a tinta por uma configuração nova que não poderia ser controlada pelo usuário.

Arquitetura e Roupa - uma nova discussão

Fazendo uma nova análise sobre o tema, concluímos que as diferenças entre arquitetura e roupa São maiores que imaginávamos antes. Por mais que estejam bem próximas, quando pensamos em expressões artísticas das pessoas, as duas se diferenciam em alguns aspectos. Além da abrangência que já havíamos discutido anteriormente, tendem devemos destacar sua característica em relação ao tempo de criação e modificação. A roupa sofre alterações e inovações várias vezes num período curto de tempo, coisa que não acontece com a Arquitetura, que tende a ser mais tradicional e a durar mais tempo.

Crítica ao objeto de Beatriz Bartholo

Imagem
O objeto apresentado se assemelhava a um  cata-vento, sendo acionado à partir do movimento que o usuário fizesse no objeto. O grande problema fica no formato, que não abre possibilidade para o usuário, sendo que é limitado tanto na escolha de combinações quanto pela sua forma que não proporciona a diversidade no uso do objeto. P.S: objeto apresentado na segunda etapa do desenvolvimento de objeto interativo.