Objeto Interativo (1ª etapa)

Durante a primeira etapa do desenvolvimento de um objeto interativo e programático, fomos instruídos a levar um objeto qualquer (já existente) que nos representasse e que em sequência, já em sala ligássemos o nosso objeto a dois outros dos colegas.
Meu objeto inicial foi uma extensão, que foi ligada a um benjamin e a um batom. A partir desses três objetos inicias eu deveria criar um novo objeto que reunisse elementos dos anteriores.
Desenvolvi inicialmente um "Misturador de batons". A ideia desse primeiro objeto era que o usuário, a partir de uma interface complexa fosse capaz de criar novos batons a partir de outros preexistentes.  O objeto criado pega elementos de todos os três escolhidos (extensão: Eletricidade/ benjamin: possibilidades/ batom: o próprio batom).
O misturador abria poucas possibilidades de interação com o usuário, bloqueando toda a sua interação em colocar o batom, criar uma cor e tirar o novo batom e tinha um cunho bastante finalístico (a programática ficava nas cores). Vale dizer também que a máquina ao usar o próprio batom para criar um novo batom agia com uma prefiguração excessiva.

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