Norma (Opera de Bellini) -crítica
A clássica Ópera de Vicenzo Bellini, Norma, chega ao grande teatro do Palácio das Artes em uma montagem inusitada e bastante ousada. Passada num futuro distopico, em que a guerra trazida pelo império romano ainda não chegou ao fim, a história se concentra na figura de Norma, uma sacerdotisa líder do grupo que se opunha ao domínio dos romanos, mas que ao mesmo tempo, é apaixonada pelo soldado romano Pollione.
A história é um drama romântico bem construído, mas com uma história já bastante comum, mas levando-se em consideração que esta é apenas uma adaptação do clássico, não julgo esse como um grande problema.
O maior problema dessa montagem é a forma como ela trabalha seus personagens, deixando, muitas vezes, de lado personagens relevantes na história e, nem mesmo, apresentando-os.
A construção do cenário foi impecável, buscando trazer todos os aspectos de uma obra futurista "à lá Mad Max". O figurino e a maquiagem também muito bem feitas, é outro ponto forte que identificamos no espectáculo.
A história constrói a figura feminina de uma forma ambígua, sendo ao mesmo tempo forte e dominadora, mas também guiada pelos seus sentimentos. Uma construção um tanto quanto agradável aos olhos.
A história é um drama romântico bem construído, mas com uma história já bastante comum, mas levando-se em consideração que esta é apenas uma adaptação do clássico, não julgo esse como um grande problema.
O maior problema dessa montagem é a forma como ela trabalha seus personagens, deixando, muitas vezes, de lado personagens relevantes na história e, nem mesmo, apresentando-os.
A construção do cenário foi impecável, buscando trazer todos os aspectos de uma obra futurista "à lá Mad Max". O figurino e a maquiagem também muito bem feitas, é outro ponto forte que identificamos no espectáculo.
A história constrói a figura feminina de uma forma ambígua, sendo ao mesmo tempo forte e dominadora, mas também guiada pelos seus sentimentos. Uma construção um tanto quanto agradável aos olhos.
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